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Sítio Arqueológico da Granja dos Serrões - detalhe

Designação

Designação

Sítio Arqueológico da Granja dos Serrões

Outras Designações

Villa Romana da Granja dos Serrões

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Sintra / Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar

Endereço / Local

- -
Granja dos Serrões

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como SIP - Sítio de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 268/2013, DR, 2.ª série, n.º 90, de 10-05-2013 (ver Portaria)
Procedimento prorrogado até 30 de junho de 2013 pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Anúncio n.º 13545/2012, DR, 2.ª série, n.º 197, de 11-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 26-03-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura, propondo a alteração da designação para "Sítio Arqueológico da Granja dos Serrões"
Proposta de 24-02-2012 da DRCLVTejo para a classificação como SIP
Procedimento prorrogado pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30 de Dezembro (ver Despacho)
Despacho de abertura de 12-10-2004 da vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 27-09-2004 da DRLisboa
Parecer favorável de 10-09-2004 do IPArqueologia
Proposta de classificação de Abril de 1999 da CM de Sintra, com a designação de "Villa Romana da Granja dos Serrões"

ZEP

Portaria n.º 268/2013, DR, 2.ª série, n.º 90, de 10-05-2013 (ver Portaria)
Anúncio n.º 13545/2012, DR, 2.ª série, n.º 197, de 11-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 26-03-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 24-02-2012 da DRCLVTejo
Proposta de 6-02-2006 do IPArqueologia para que a ZEP corresponda à ZP de 50 m

Zona "non aedificandi"

Portaria n.º 268/2013, DR, 2.ª série, n.º 90, de 10-05-2013

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrições

Nota Histórico-Artistica

Foi no decorrer de uma escavação de emergência efectuada por ocasião do surgimento do projecto de construção da estrada de uma das vias de cintura da área metropolitana de Lisboa, que se confirmou a existência, na freguesia de Montelavar, de uma uilla romana, noticiada ainda nos anos setenta do século XX, graças à iniciativa de um grupo de "arqueólogos amadores".
Foi, então, possível, identificar a existência de um núcleo de habitat distribuído ao longo de uma considerável extensão, abrangendo uma totalidade de três terrenos situados a sul da granja dos Serrões, que acabou por dar o nome à estação arqueológica em epígrafe.
O arqueossítio é constituído por um corredor externo pavimentado e três compartimentos de planta quadrangular, pertencentes à denominada pars rustica, a par de um segundo muro que lhe seria externo, e que foi assente directamente sobre o afloramento rochoso.
Dos abundantes materiais recolhidos durante as duas intervenções, embora com uma natural maior incidência para a última (vide supra), sobressaem várias moedas cunhadas nos séculos III e IV d.C., bem como centenas de tesselas de cor branca e outras tantas por talhar, aparentemente associadas a instrumentos de ferro, o que poderá pressupor a existência, na própria uilla, de uma oficina especializada na matéria. Não obstante, uma das evidências artefactuais que mais sobressairá de todos os elementos exumados, residirá num monumento funerário que ostentava uma inscrição inédita até à data, e que parece encontrar-se relacionado com a vivência decorrida no interior da uilla até à altura do seu abandono, o que, pela análise formal dos objectos encontrados, poderá ter ocorrido entre finais do século V, princípios do VI.
[AMartins]

Imagens